Instituto garante emagrecimento sem anfetaminas

      Proposta é utilização de plantas nativas da Amazônia, enviadas pelo Correio

 

Emagrecer ou perder peso de uma forma natural, sem colocar a saúde em risco usando anfetaminas. Esta é a proposta do Instituto de Medicina Natural da Amazônia, que estuda há 15 anos o uso de plantas nativas da floresta Amazônica para perder peso. Com mais de 5 mil plantas catalogadas, o instituto atende os pacientes de todo o Brasil, através do projeto Saúde Bilateral onde é feita uma avaliação via e-mail, fax ou telefone, para a requisição dos exames e da avaliação clínica necessária à um tratamento individualizado, sem que necessariamente o paciente avaliado precise sair de sua residência.

Ao comentar sobre possíveis riscos de um diagnóstico à distância, a botânica Joana Frammer Leal, coordenadora dos pacientes inscritos no projeto, diz que à medida que o paciente descreve o histórico e envia os exames médicos, os botânicos têm subsídios suficientes para fazer o diagnóstico seguro.

- Cada pessoa é um ser único com estado de ânimo diferente e também com um metabolismo diverso, daí a importância deste tratamento onde é verificado cada paciente como se fosse único - destaca.

O projeto Saúde Bilateral tem a duração mínima de dois meses podendo se estender por mais tempo caso o paciente precise perder muito peso.

Joana Leal explica que as plantas medicinais atuam promovendo uma desintoxicação orgânica nas células e nos filtro de eliminação dos resíduos alimentares, como o fígado, a vesícula, os rins e o intestino.

- O único efeito colateral observado é que a pessoa passa a fazer mais xixi. E o que é melhor no tratamento é que depois ela nunca mais volta a ganhar peso - garante.

Custo - Com sede em Belém do Pará, o Instituto não cobra pelo medicamento ou avaliação. Segundo Joana Leal, o único custo para o paciente é o serviço de postagem.

- Aí vai depender da localidade e quantidade das ervas enviadas. O preço é o que os Correios cobram para entregar. É importante esclarecer que não temos vinculo com entidades governamentais ou privadas. Quem mantém o instituto é o próprio fundador, o doutor Jasper Carvalho - explicou.

O Instituto de Medicina Natural da Amazônia têm como base científica a fitoterapia ou suas associações botânicas, estudadas por seus pesquisadores herbodietéticos onde, os poderes das plantas medicinais vão gradativamente ''limpando'' os sistemas digestivo e hepático. Esses são os principais responsáveis por boa parte de doenças que acometem o ser humano, como a indisposição, azia, empachamento, enxaqueca, úlceras, flatulência, impotência, prisão de ventre, colesterol alto, glicose alta entre outros.

O tratamento para a obesidade, segundo Joana Leal, não provoca o ''efeito sanfona'' e o paciente é orientado a adotar uma nova dieta alimentar.

- Após fazer o uso do medicamento o paciente que comia uma pizza inteira passa a ficar saciado com apenas um ou dois pedaços. Isso porque com a desintoxicação, o organismo passa a rejeitar o excesso de gordura - diz.

Hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que as anfetaminas matam mais que a heroína e a cocaína juntas. Mais informações pelos telefones: (0xx91) 3235-4167/3235-4677 ou pelo e-mail: amazonia@interconect.com.br

Fonte: Jornal do Brasil

 

        

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